domingo, 29 de abril de 2012

O MENINO DA VILA

O MENINO DA VILA CHAMADO DE NEYMAR,DEU UM SHOW NESTE DOMINGO,FEZ O JOGADOR PIREZ DANÇAR UM TCHERETCHETCHE,DRIBLOU A COMIÇÃO TECNICA DO SÃO PAULO,DRIBLOU O  TREINADOR LEÃO QUE ESTAVA MANDANDO NO QUARTO ARBITRO,IGNOROU O GOL LEGAL ANULADO QUE O JUIZ PAULO C. ANULOU,E A VALIDADE DO GOL IRREGULLAR DO SÃO PAULO,VENCEU OS 22 JOGADORES DO SÃO PAULO,JUNTO A SUA GRANDE TORCIDA,EM FIM DEU UM GRANDE SHOW,NINGUEM CONSEGUIL SEGURAR O MENINO QUE FEZ TRES GOLS NESSE DOMINGO.SEM MUITO A FALAR PELO SHOW QUE TEVE HOJE,O MENINO ARRASOU!E O SANTOS MAS UMA VEZ NA FINAL, DEIXANDO O SÃO PÁULO COM O SONHO DO CAMPEONATO PAULISTA. O MENINO  É UM GENIO,PARABENS AO SANTOS.
APROVEITANDO A OPORTUNIDADE NÃO PODEMOS ESQUECER DO GAROTO RAMIRES QUE COM SUA HUMILDADEDES BARATOU O GRANDE MERSS FAZENDO UM LINDO GOL AO SEU ESTILO,SEJA DO PROPRIO MERSS,DANDO A GRANDE VITORIA AO TCEUCIA CONTRA O BARCELONA,PARABENS RAMIRES,GRANDES OS NOSSOS BRASILEIROS QUE ARREBENTAM NO FUTEBOL.

NEYMAR X SÃO PAULINOS

São Paulo1x3Santos
Neymar comemora seu centésimo gol pelo Santos na semifinal do Paulistão, contra o São Paulo

Neymar dá show, faz três e mantém São Paulo como freguês do Santos em mata-mata

O Santos manteve a tradição dos últimos anos de eliminar o São Paulo em mata-mata do Paulistão. Com show de Neymar, que marcou três gols e deu dribles espetaculares, o time de Muricy Ramalho se credenciou para a final do campeonato ao deixar o Morumbi com o placar de 3 a 1.
O primeiro tento de Neymar foi o 100º dele coma  camisa do Santos e foi marcado logo aos 5 minutos do 1º tempo, após pênalti de Paulo Miranda. O segundo foi novamente dele em belo passe de Ganso. William José descontou e novamente o camisa 11 matou o jogo, com chute de fora da área e falha de Denis. Agora, o time da Vila Belmiro aguarda o resultado do dérbi de Campinas, marcado para as 18h30 deste domingo.
No primeiro ataque do Santos no jogo, Arouca lançou Alan Kardec, que já sofreu falta de Paulo Miranda dentro da área. O juiz Paulo César de Oliveira não titubeou e marcou o pênalti. Neymar deu sua tradicional corrida de lado antes de ir em direção à bola e colocou no ângulo direito de Denis para marcar o gol de número 100 com a camisa do Santos.
Aos 10 minutos, o zagueiro que já ganhava o status de vilão quase conseguiu amenizar a dor de cabeça são-paulina. Em escanteio batido pela esquerda, ele subiu mais alto que a zaga do adversário e colocou no pé da trave esquerda de Rafael, que havia errado a saída. Quatro minutos depois, Jadson bateu falta de muito longe, aproveitou o gramado molhado por causa da chuva e complicou a vida do goleiro adversário, que deu rebote e, por pouco, não ajudou os donos da casa.

São Paulo x Santos




Foto 7 de 50 - Neymar comemora seu centésimo gol pelo Santos na semifinal do Paulistão, contra o São Paulo Mais Thiago Bernardes/Frame
Só dava São Paulo. Aos 21 minutos, Casemiro recebeu passe de cabeça da linha de fundo e chutou de primeira. A bola cruzou toda a área e saiu assustando Rafael. Oito minutos depois, Cortez disparou pela esquerda, cruzou e fez William José dividir com o goleiro, que levou a melhor e ficou com a bola.
Aos 32 minutos, “a bola puniu”, como diria Muricy Ramalho. Depois de tanto perder gol em um verdadeiro massacre em cima do Santos, o São Paulo acabou sofrendo o segundo gol em contra-ataque. Rhodolfo afastou a bola mal, Ganso dominou e passou quase que de primeira para Neymar, que apostou e ganhou a corrida com Paulo Miranda. Ele saiu cara a cara com Denis e tocou na saída do goleiro para ampliar a vantagem, marcando o seu 101º gol.
Além dos dois gols, o camisa 11 santista ainda foi destaque aos 36 minutos. Ele pegou a bola e entortou Ivan Piris. O lateral direito paraguaio precisou ir e voltar pelo menos três vezes para lados diferentes até levantar o adversário e tomar o cartão amarelo. Ele ainda jogou a bola no santista.
No segundo tempo, Leão mudou o estilo de jogo do time. Colocou Fernandinho pela ponta no lugar de Jadson e ainda tirou Ivan Piris e escalou Rodrigo Caio para voltar a marcar Neymar. Aos 2 minutos, depois de tanto ver seu colega ir bem, Lucas resolveu imita-lo. Driblou dois adversários e deu belo chute de fora da área. A bola não entrou, mas animou a torcida são-paulina. Dois minutos depois, Paulo Miranda errou ao concluir de joelho uma cabeçada.

Aos cinco minutos, Alan Kardec respondeu pelo Santos com chute fraco, mas bem colocado. Denis se esticou e deu rebote nos pés de Neymar. Ele precisou dividir com a zaga e acertou o pé da trave direito de Denis. Aos 10 minutos, Rafael, que caiu diversas vezes sentindo dores no joelho direito, foi substituído por Aranha. Aos 12, logo após ver o rival ter seu terceiro gol anulado, o Santos tomou um grande susto. Lucas fez boa jogada pela direita e tocou para William José. Sozinho, o pivô girou e colocou a bola por cima do gol, fazendo o mais difícil na situação.

Assim como no primeiro tempo, o São Paulo dominava as ações e até colocou bola na trave aos 16 minutos. Aos 18, depois de tanto martelar, os donos da casa finalmente conseguiram diminuir. William José recebeu passe dentro da área, teve calma para limpar a marcação e marcar o primeiro do  seu time no jogo. O gol colocou fogo no Morumbi. Muito empurrado pela torcida, o São Paulo quase empatou aos 20, em bela batida de falta de Cícero, que não comemorou por causa de uma ótima defesa de Aranha.

O Santos conseguiu segurar os ânimos do São Paulo e passou a cozinhar o jogo, só atacando na segurança. Foi assim que, aos 30 minutos, Paulo Henrique Ganso carregou a bola pela intermediária e chutou de fora da área. Foi o sinal para Leão mexer no time. Ele tirou Casemiro e colocou Osvaldo, praticamente entregando seu time ao ataque. De nada adiantou.  Pelo contrário. Neymar aproveitou a zaga aberta, deu chute de fora da área e ainda pôde comemorar por causa da falha de Denis. Antes do apito final, o jovem santista ainda conseguiu sofrer a falta de Cícero e causar a expulsão do adversário.

Os quase 50 mil que foram ao Morumbi para ver um jogo de futebol viram um show particular de Neymar. 

sexta-feira, 27 de abril de 2012

pepe guardiola cuatro años desgastan mucho"

No tengáis miedo, el que me sucederá está más que capacitado para llevar a cabo mi trabajo" SERGI FONT. BARCELONA 27/04/12 - 13:43. imprimeenvía 1.201 Pep Guardiola confirmó su adiós: "Cuatro años es una eternidad y desgastan mucho. Al final de diciembre comuniqué que el final de mi etapa estaba muy presente, pero no pude decirlo a los jugadores. Mi adiós lo tenía decidido hace tiempo". "Lamento la incertidumbre sobre mi continuidad. Es un error no haber escuchado a la gente que me pedía dos años, pero siempre he querido contratos muy cortos porque la exigencia del Barça es mucha", añadió. "Me he desgastado, me he vaciado y necesito llenarme", ha dicho Guardiola en una multitudinaria rueda de prensa. El técnico, que no tiene planes de futuro más allá de descansar, ha agradecido el trabajo a los futbolistas y ocho de ellos, los capitanes Puyol, Xavi, Iniesta, Valdés, así como Cesc, Piqué, Busquets y Pedro, estaban presentes en la conferencia de prensa. Preguntado sobre la ausencia de Leo Messi, Guardiola ha dicho metafóricamente que el argentino sí estaba presente en la rueda de prensa. "Hoy me acordado mucho de Abidal y de Keita, que ha sido mi termómetro durante todo este año. He conocido a pocos (futbolistas) con su entereza humana", ha explicado. "En cuatro años, me he desgastado, me he vaciado y necesito llenarme" El técnico ha explicado que se va con la sensación de haber estado en el Barça con mucho orgullo. "Este es un club de una fuerza, una vida y de una potencia increíble. No tengáis miedo, el que me sucederá está más que capacitado para llevar a cabo mi trabajo", ha comentado. Ha explicado Guardiola que comunicó su decisión a la directiva en otoño, se ha disculpado por no haberla anunciado antes y la incertidumbre generada por todo ello. "Este es un error que asumo. Parecía que me estaba haciendo de rogar, pero yo siempre he querido contratos cortos, las cosas se tienen que hacer así, porque cuatro años son una eternidad", ha insistido. Decisión tomada desde diciembre En otoño Guardiola tenía tomada la decisión y a principios de diciembre se la comunicó a la junta directiva. "No se lo podía comunicar a los jugadores, por eso todo ha sido tan largo", ha insistido. "En cuatro años, me he desgastado, me he vaciado y necesito llenarme. El próximo entrenador tiene que dar otras cosas, no es una cuestión de capacidad, sino por la alta exigencia. Tengo que recuperarme y alejarme", ha asegurado el técnico azulgrana. Admite haber estado en un lugar privilegiado. "Estoy satisfecho más allá del resultado de cómo lo han hecho los jugadores y les quiero agradecer públicamente lo que han hecho, porque ellos son los que han dado sentido a mi trabajo", ha dicho. Guardiola ha explicado que los futbolistas le han hecho disfrutar de su trabajo y también les agradece la pasión que han puesto en la empresa. "Les quiero agradecer porque los millones de partidos y acciones que he imaginado, ellos los han hecho realidad y no hay premio más grande que eso", ha insistido.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Cesc: "Me culpo muchísimo por las ocasiones falladas en Stamford Bridge"


El centrocampista del Barça lamentó la eliminación azulgrana en la Champions, consideró que el equipo debe "reaccionar rápido" y agradeció el apoyo de la afición


ImprimirEnviar esta noticiaAumentar/ Reducir texto
Alfonso Callejas| 24.04.2012 | 23:57h
Cesc Fàbregas compareció ante los medios de comunicación al término del encuentro disputado por el Barça ante el Chelsea y lamentó la eliminación azulgrana así como los resultados cosechados tanto en el encuentro de ida como en el de vuelta de dichas semifinales.
De hecho, el '4' azulgrana mostró su decepción y su humildad al culparse del resultado cosechado en Londres. "Me culpo muchísimo por las ocasiones falladas allí. Sabíamos que marcar allí era clave para la clasificación", lamentó.
Fieles al estilo del 'Pep Team'
Sobre el partido de este martes en el Camp Nou, Cesc recordó que el Barça fue fiel a su estilo en todo momento: "Ha sido un partido que todo el mundo ha visto que se ha controlado, hemos tenido muchas ocasiones". "Si había que perder de alguna forma, debía ser siendo fieles a nuestro estilo", añadió.
Cesc reivindicó que el Barça había "dominado y creado ocasiones" y que el equipo había sido "el Barça de siempre", para considerar que "duele caer eliminados así, ya que hemos tenido muchas ocasiones".
Un palo para el vestuario y el futuro en el horizonte
Fàbregas admitió que la eliminación es "un palo muy duro" para el vestuario azulgrana pero recordó que deben recuperarse y ser optimistas respecto al futuro. "Hay que ir con la cabeza alta. Seguro que el próximo año tendremos ocasión de hacer cosas importantes", afirmó.
"Estos jugadores han demostrado superarse en otras situaciones, como ante el Inter o el Madrid en Copa", recordó el de Arenys para animar a la afición, a la cuál también brindó buenas palabras: "Este equipo es muy grande. Tiene jugadores, entrenadores y aficionados increíbles". "Nunca había visto el Camp Nou animando así en 24 años", añadió.
"Aún no se pueden hacer valoraciones de la temporada. Debemos ir a por los cuatro partidos de Liga que quedan y a por la Copa", afirmó Cesc para eludir hacer valoraciones sobre la actual campaña azulgrana que tocará a su fin dentro de algunas semanas. Sin embargo, Cesc sí quiso considerar que "debemos seguir hacia adelante. Debemos reaccionar rápido ni que sea por la afición".
El '4' azulgrana sí que evitó evaluar la posibilidad de que Pep renueve por el Barça: "No puedo entrar en el debate de la continuidad de Guardiola".
Cesc también hizo un ejercicio de profesionalidad mirando al futuro al recordar que "la final de Copa está lejos pero ahora tenemos que pensar en los partidos que quedan de Liga".

Lo mejor y lo peor del Barça-Chelsea




EL APUNTERSS Barça

Lo mejor y lo peor del Barça-Chelsea


ImprimirEnviar esta noticiaAumentar/ Reducir texto
Busquets, celebrando el 1-0
Busquets, celebrando el 1-0
Ricard López| 24.04.2012 | 23:02h
LO MEJOR: Un equipo y una afición de 10. El Barça y los casi 100.000 culés que abarrotaron el Camp Nou ofrecieron al mundo el mejor ejemplo de lo que es este deporte. Al buen juego, sin premio, de los azulgranas, se unió un público que llevó en volandas a su equipo durante los 90 minutos. Pero en el fútbol la suerte también cuenta. Y el destino puede ser extremadamente cruel con quien mejor juega. Tan cruel como obsequioso con el rival más mísero y rácano que se ha visto en tiempos. Los de Guardiola se dejaron la piel y merecieron ganar por 4-0 ó 5-0. Pero tantas ocasiones falladas se pagaron demasiado caras. Todo lo contrario que el Chelsea, que obtuvo petróleo en sus contadísimas incursiones al área de Valdés.
LO PEOR: El triunfo del antifútbol. El Chelsea se metió en la final limitándose a defender durante los 180 minutos. Cuesta entender que marcara tres goles con lo poquísimo que hizo. Eso hace todavía mayor el mérito de Drogba. Un futbolista inmenso (aunque le sobren ciertas sobreactuaciones). Él solito, y las paradas de Cech, metieron a los 'blues' en la final.














Barcelona 2-2 Chelsea

O milagre de Ramires e o choro na Catalunha


A imprensa internacional, como não poderia deixar de ser, repercutiu a classificação do Chelsea (e eliminação do Barça) na Liga dos Campeões da Europa. Na Espanha, mais especificamente na Catalunha, o tom era de tristeza (“o futebol castiga o Barça”, manchetou o diário Sport pela queda do clube catalão que saiu devido ao placar agregado de 3 a 2 contra (perdeu por 1 a 0 no jogo de ida e empatou por 2 a 2 em casanesta terça). Na Inglaterra, obviamente, o clima era outro.
O Jornal The Sun fez uma brincadeira com Ramires, autor do primeiro gol (e que gol) dos Blues) e a palavra “miracle” (milagre, em inglês).
O jornal Marca foi mais direto: “Pesadelo no Camp Nou”